E nas esquinas, me encontro novamente
sem eira nem beira.
Na estrada da vida,
sem o eixo certo.
Cheia de amarras e medos,
e fechei meus ouvidos.
Sem compreender,
cega e absoluta.
Trancafiando dentro
do meu eu, segredos
e sentires.
A cara a tapa sempre
aqui erguida.
E apostas,
Eu tirei todos pra dançar,
vida cruel.
Tirana.
Me bateu, sem piedade,
e no assoprar trouxe
um temor.
E depois de tanto amargor,
nem assim as tréguas se
fazem imperar.
Quem sanou e secou todas as
lagrimas sozinha?!?
Eu me acompanhei e do fundo
me tirei!!
Ergui minha mão á mim mesma
e toda chuva inundando lá fora,
lavava meu rosto em lagrimas
aqui dentro.
Nem vilã, nem mocinha,
a vida me calejou.
sem eira nem beira.
Na estrada da vida,
sem o eixo certo.
Cheia de amarras e medos,
e fechei meus ouvidos.
Sem compreender,
cega e absoluta.
Trancafiando dentro
do meu eu, segredos
e sentires.
A cara a tapa sempre
aqui erguida.
E apostas,
Eu tirei todos pra dançar,
vida cruel.
Tirana.
Me bateu, sem piedade,
e no assoprar trouxe
um temor.
E depois de tanto amargor,
nem assim as tréguas se
fazem imperar.
Quem sanou e secou todas as
lagrimas sozinha?!?
Eu me acompanhei e do fundo
me tirei!!
Ergui minha mão á mim mesma
e toda chuva inundando lá fora,
lavava meu rosto em lagrimas
aqui dentro.
Nem vilã, nem mocinha,
a vida me calejou.