Parece quem há um resquício,
que sutilmente poderia ser proferido
sentir.
Que insisto em pestanejar,
segundos que me cai
o nível.
E me pego a repetir,
erros inoportunos.
Mas digo-me, errar
e querer repetir o erro
seria burrice.
Mas amor errado,amar errado.
Errado amor.
Colhi uma flor,
que me semeou um jardim.
Jardim que bate dentro do meu
peito.
Semente, e mente, e semeia,
ainda um desejo.
Não me corta e nem me torna
imbecil.
Ajusta meus ponteiros,
aduba os meus pensares.
E por fim traz um pólen
saboroso pra cada flor.
Parece que ainda há um resquício,
mas te replanta e
faz te muda sempre sempre.
Teu espaço reservei nas terras sem fim,
com nível ou sem.
Não me deixo ser imbecil.
que sutilmente poderia ser proferido
sentir.
Que insisto em pestanejar,
segundos que me cai
o nível.
E me pego a repetir,
erros inoportunos.
Mas digo-me, errar
e querer repetir o erro
seria burrice.
Mas amor errado,amar errado.
Errado amor.
Colhi uma flor,
que me semeou um jardim.
Jardim que bate dentro do meu
peito.
Semente, e mente, e semeia,
ainda um desejo.
Não me corta e nem me torna
imbecil.
Ajusta meus ponteiros,
aduba os meus pensares.
E por fim traz um pólen
saboroso pra cada flor.
Parece que ainda há um resquício,
mas te replanta e
faz te muda sempre sempre.
Teu espaço reservei nas terras sem fim,
com nível ou sem.
Não me deixo ser imbecil.
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