sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Resquício

Parece quem há um resquício,
que sutilmente poderia ser proferido
sentir.
Que insisto em pestanejar,
segundos que me cai
o nível.
E me pego a repetir,
erros inoportunos.
Mas digo-me, errar
e querer repetir o erro
seria burrice.
Mas amor errado,amar errado.
Errado amor.
Colhi uma flor,
que me semeou um jardim.
Jardim que bate dentro do meu
peito.
Semente, e mente, e semeia,
ainda um desejo.
Não me corta e nem me torna
imbecil.
Ajusta meus ponteiros,
aduba os meus pensares.
E por fim traz um pólen
saboroso pra cada flor.
Parece que ainda há um resquício,
mas te replanta e
faz te muda sempre sempre.
Teu espaço reservei nas terras sem fim,
com nível ou sem.
Não me deixo ser imbecil.

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