Em uma noite fria o que se pode imaginar e querer!?
Faz tempo que não converso contigo, e te reencontro assim,
em uma noite fria de outono.
Quantas conversas em segredos tivemos,
e a sete chaves estão guardadas,foram madrugadas
a dentro de pensamentos proferidos lembra-te?
Eu lembro da tua doce voz ao me contar e chorar tuas magoas,
carências, incompreensões.
Não retornava fazia algum tempo esqueces-te de mim!?
Fez falta tuas visitas noturnas, nossos papos longos
até o raiar do sol.
Agora te encontro ai toda sorridente, com um rosto feliz,
cheia de ternura, feliz em te rever doce pessoa,
olhos coloridos cheio de vida e brilho.
Amena, o tempo passou e os ventos sopraram
resolvi visita-la então estou surpresa e contente,
percebo que muito se passou e tu remodelou tua vida.
Quantas coisas deve ter aprendido ao passar do
tempo, varias estações se foram e agora ai esta
boba, encantada e com olhos de esperança.
Volto em noites assim sempre que quiseres,
chama-me eu a ouço ao infinito silêncio
das noites tão tuas.
Renovas-te teu interior e exterior
mais puro, leve teu semblante é como
se fosse o momento de ápice das alturas de um
sentir eterno.
Quanta melação minha ao me referir a ti,
me conquistou poder te rever assim,
vibrando e energizando-te dessa forma
suave.
Vou-me agora não posso me fazer muito
presente nesse momento, estou tendo
que ir afazeres me aguardam, apareço
outra hora quem sabe não esteja tão frio
e nem seja outono.
E sim prometo não demorar-me,
ficarei frequente novamente chamo-te
também quando eu precisar conversar.
Não perca essa coisa boa que é somente tua
essa leveza que te acompanha te vestiu bem,
encaixou como se fosse costurada sob medida.
Continue a costurar assim fiquei contente outra vez
repito a ti a leveza agora é tua.