Minha caixinha de música quebrou-se,
a bailarina de vestido cor de rosa não gira
nem dança, a magia foi sucumbida o encanto
se estremeceu.
Fora como se lascasse meus pedacinhos,
remexendo um profundo que se perdeu.
Já não havia o que se fazer, tinha sido
tirado a magia do meu viver.
Era doce o teu tocar, o som que fazia
inebriar tudo o que eu habitava.
Não faz parte de mim mais.
Eu expulsa dos momentos eternos.
Como acostumar-me, jamais voltaria a
dançar e girar novamente.
Bailarina do meigo som, nem teus olhos
pequeninos eu não os veria mais.
Obcecada fiquei, as minhas horas
terão de ser desvirtuadas.
O tempo irá se arrastar e o cotidiano teu
e meu se desvirtuo.
Minha caixinha de música quebrou-se,
e não existe nenhum som que ecoe dentro
de mim.
Não há mais o que se fazer, nenhum
gesto comove mais á mim.
a bailarina de vestido cor de rosa não gira
nem dança, a magia foi sucumbida o encanto
se estremeceu.
Fora como se lascasse meus pedacinhos,
remexendo um profundo que se perdeu.
Já não havia o que se fazer, tinha sido
tirado a magia do meu viver.
Era doce o teu tocar, o som que fazia
inebriar tudo o que eu habitava.
Não faz parte de mim mais.
Eu expulsa dos momentos eternos.
Como acostumar-me, jamais voltaria a
dançar e girar novamente.
Bailarina do meigo som, nem teus olhos
pequeninos eu não os veria mais.
Obcecada fiquei, as minhas horas
terão de ser desvirtuadas.
O tempo irá se arrastar e o cotidiano teu
e meu se desvirtuo.
Minha caixinha de música quebrou-se,
e não existe nenhum som que ecoe dentro
de mim.
Não há mais o que se fazer, nenhum
gesto comove mais á mim.