Não há joguetes que me façam mudar,
e não querer decifrar o mistério teu, enfim.
Tantas águas nesse caminho que os ventos sopraram,
e tanta incerteza desigual.
Turbulência, esse mar de inconstância,
me perturbou.
Era aquele esboço de coração torto
que me vinha na mente quando eu fechava os olhos.
Era o esboço indecente do teu beijo selando meus lábios.
Te repelir do meu corpo não é algo que me faça feliz.
Não, não posso mas deixar esse ultimo grão
preencher meus espaços, por que sou muito maior
do que isso.
E o vento mudou a direção, meu corpo não
vai mais de encontro ao teu.
E essa era a canção que faltava,
a do ultimo adeus.
O ultimo não.
E nunca mais veria teu coração torto
beijar meus lábios.
Te querer ainda, nessa altura do meu jogo,
da minha vida, era a vontade mais insana.
Absurda.
Querer quem não me quer bem,
quem me deixou sozinha na estrada.
E levou dentro do baú, os meus sonhos,
e me deixou no breu.
Me tirando os porquês, e os sorrisos.
E nada mais cessaria minha dor, e essa coisa ruim,
foi inacreditável.
E te amei.
E amo.
Por mais ridículo que soe, amor!
Velaria teu sono, e sorriria eternamente
por te amar.
Mas não me agrega, me desnutri,
sem beijos e sem ontem.
Sem mais.
Eu te amo no meu mais profundo,
no além, do além do que me transpassa.
Tentaria.
Mas as minhas aguas rolaram,
meu coração se perdeu.
e não querer decifrar o mistério teu, enfim.
Tantas águas nesse caminho que os ventos sopraram,
e tanta incerteza desigual.
Turbulência, esse mar de inconstância,
me perturbou.
Era aquele esboço de coração torto
que me vinha na mente quando eu fechava os olhos.
Era o esboço indecente do teu beijo selando meus lábios.
Te repelir do meu corpo não é algo que me faça feliz.
Não, não posso mas deixar esse ultimo grão
preencher meus espaços, por que sou muito maior
do que isso.
E o vento mudou a direção, meu corpo não
vai mais de encontro ao teu.
E essa era a canção que faltava,
a do ultimo adeus.
O ultimo não.
E nunca mais veria teu coração torto
beijar meus lábios.
Te querer ainda, nessa altura do meu jogo,
da minha vida, era a vontade mais insana.
Absurda.
Querer quem não me quer bem,
quem me deixou sozinha na estrada.
E levou dentro do baú, os meus sonhos,
e me deixou no breu.
Me tirando os porquês, e os sorrisos.
E nada mais cessaria minha dor, e essa coisa ruim,
foi inacreditável.
E te amei.
E amo.
Por mais ridículo que soe, amor!
Velaria teu sono, e sorriria eternamente
por te amar.
Mas não me agrega, me desnutri,
sem beijos e sem ontem.
Sem mais.
Eu te amo no meu mais profundo,
no além, do além do que me transpassa.
Tentaria.
Mas as minhas aguas rolaram,
meu coração se perdeu.