Venho aqui dizer-te amor infernal,
que grande merda tu és.
Que babaca que tu te tornas ao ser
desvendado.
Medíocre cheio de dor e dor.
O rasgo final de um sentimento
sentir patético.
Essa lacuna viverá vazia,
um vazio o oco profundo.
Entre o choro o meu soluço
te desprezo e repudio,
sem ter arte e brilho.
Sem ter a graça de poetizar.
Morri de vez e por vez,
vivendo morta, dentro a carne
podre, o coração nem bate.
só a podridão do meu ser coitado.
Venho aqui dizer que não é amor
se não á tenho.
Que não existe amor, que nada existe
que apenas tudo é mentira.
Eu amo a ti.
Mas me nego a crer em amor outra vez.
que grande merda tu és.
Que babaca que tu te tornas ao ser
desvendado.
Medíocre cheio de dor e dor.
O rasgo final de um sentimento
sentir patético.
Essa lacuna viverá vazia,
um vazio o oco profundo.
Entre o choro o meu soluço
te desprezo e repudio,
sem ter arte e brilho.
Sem ter a graça de poetizar.
Morri de vez e por vez,
vivendo morta, dentro a carne
podre, o coração nem bate.
só a podridão do meu ser coitado.
Venho aqui dizer que não é amor
se não á tenho.
Que não existe amor, que nada existe
que apenas tudo é mentira.
Eu amo a ti.
Mas me nego a crer em amor outra vez.