domingo, 9 de dezembro de 2012

Dizeres!

Coração apertado, impotência, será o meu fim!?
Quanto mais sinto ele estremecer,doer,
necessito fazer o bem.
Quanto menos creio no teu sentir,
e temo proferir amor.
Te Amo.
Cinquenta vezes ou anos te amaria
eternamente em mim.
Perco o teu ser e de mim perco-me.
Instável, desconfortável,
e preciso dar á ti toques de carinho.
Esmero sincero.
Te fitei ao nua ficar,admirei cada parte tua
beleza feminina inocente delicada.
Mas que me fere e assusta,
diz nada sentir, mas faria o meu viver melhor,
minha alma completa se amor disseste que sentia.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Perfume!

Passo e passos mil, com o vento que gela e a chuva que cai sob e sobre mim.
Vontades de ir insana perdida nos compassos da noite, é nesse breu que teu cheiro me chama,
ardo e suspiro e o choro que engulo queima no peito meu.
Te necessito mas aonde erramos!? Errei.
Tanto tempo, mas parece cinco minutos que me ânsia e agonia,
no saltitar dos passos é uma magoa presa na minha garganta.
Te devoro com tanta solidão em mim, te imploro com tanto ardor no coração.
Te amo e calo querendo te despir com olhos lacrimejados.
De alma incompleta, já que não te há.

domingo, 7 de outubro de 2012

Cantinho!

Nem emoção nem nada, é um automático ligado dentro de mim,
não tem emoção de papel e lápis apenas botões invertidos nos meus olhos.
Não te faço a tempos e recomeço em mim a arte sublime de ser eu,
sem moldes cortes interrupções alheias.
O meu sentir aguça e o valho de todas as formas, simplicidade ou insensatez,
coração cravejado,olhos marejados e cabeça que me sobrecarrega.
Não há o que querer nem sentir, aprender a aspirar outro mundo outras coisas,
sem planos o rumo da vida segue e eu continuo inerte a mim sem me entender e sequer ouvir,
um sopro me mostra todos os caminhos cada detalhe minucioso que enche meu peito de coragem.
Covarde em um piscar desisto de andar,meu mundo é de sonhos e planos e são tantos dentro de mim trancados, transbordando por todo o meu corpo.
Fiel na minha forma de ser e existir não mudei e sou uma grande falha humana, feliz por ter um mundo preso dentro de mim no secreto vão de uma lacuna que habita meu corpo.
Conversa franca com meu interior, nada me bastou nem fui capaz de me ouvir por inteiro
deixei um espaço em branco e uma porta entre aberta, uma janela encostada e a chave do quarto do lado de um bilhete, deixei todos os caminhos livres pra que se fores de vez e quiseres voltar esteja tudo ali tudo ao imediato.
Deixei também ocupado meu coração mas ele dói tanto agora,ta magoado e ferido.
Mas segues sendo tão teu, não mereces á mim não merece nada disso, não merece que eu te ame, mas eu sei e sei sempre soube.
Tem um bilhete deixado em um canto pedaço de papel ele diz pra ti como fazer para bater na portinha de madeira um tanto doida e entrares devagar sem me avassalar eu acredito nos teus olhos no teu sorriso.

sábado, 7 de abril de 2012

Mentira cruel

Venho aqui dizer-te amor infernal,
que grande merda tu és.
Que babaca que tu te tornas ao ser
desvendado.
Medíocre cheio de dor e dor.
O rasgo final de um sentimento
sentir patético.
Essa lacuna viverá vazia,
um vazio o oco profundo.
Entre o choro o meu soluço
te desprezo e repudio,
sem ter arte e brilho.
Sem ter a graça de poetizar.
Morri de vez e por vez,
vivendo morta, dentro a carne
podre, o coração nem bate.
só  a podridão do meu ser coitado.
Venho aqui dizer que não é amor
se não á tenho.
Que não existe amor, que nada existe
que apenas tudo é mentira.
Eu amo a ti.
Mas me nego a crer em amor outra vez.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A vontade!

Sente, entre no sarau particular do meu sentir.
Que jogo difícil, que se faz sofredor triste.
Amor dolorido, olhos marejados,
arrepio constante.
Amor sem fim.
Não te desisto, mas me corto,
não morro mais me perco,
no profundo olhar incógnita teu.
Não sei qual ato falho que julgas meu ser.
Desculpe-me por não desistir,
por insistir.
Por te respirar, te viver.
Amar!
Perdoe-me por ser egoísta,
e te querer pra mim.
Querer tua alma na minha,
nós em um único ser.
Querê-la só pra mim.
Mas atrevo-me a jogar e querer vencer
esse jogo.
Conquistar o mundo ao lado teu.
Não vou desistir, mesmo que me rasgue por dentro.
Não sei não te amar!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Estou!

Estou a te amar,compulsivamente,
deixando-me submergir.
Submersa nos teus profundos olhos,
dentro do cheiro que fica na minha pele.
Na constância do meu pensar em ti,
da falta sufocante, hora massante
longe do corpo teu, presença tua.
Vai me desalinhando,
deixando-me apaixonada,
sensação que se revigora,
preenche meu coração.
Estou a sentir falta,
e necessito da tua presença
mais profunda,
te guardar dentro do meu corpo,
tatuar na minha pele.
Estou a enlouquecer,
sentindo os meus devaneios tomarem
conta de mim.
Aqui estou a te amar, desejar,
cada vez mais e constante em mim.
Estou a me submergir querendo
cair nos braços teus.
Estou a amar-te compulsivamente,
com a constância do meu respirar.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Foge á mim!

Ininterruptas as vezes fugi das margens,
corri do obscuro e gritei por dentro,
rasguei-me, e senti cortante essa loucura
dentro de mim.
Essa merda de padrão, que se dane
o que devo ou não fazer,decidi que não posso
matar á mim lentamente.
Pra seguir uma ordem,um padrão,
foge de mim ir com calma,
amar com moderação,preocupar-me menos.
Não eu!
Fazer pela metade, o que posso fazer por inteiro,
não vou detesto.
Meio termo pra mim não serve,foge de ser eu,
gosto de muito ou pouco,tudo ou nada!
E não consigo não me preocupar em sentir meu peito
abrindo e ficar inerte.
Eu abraço meu mundo isso me pesa,
mas eu preciso disso,não sei ao certo os limites.
Mas sei que não consigo desligar meus plugs.
Não quero e nem posso mesmo que seja
pra ser,até o fim.
Vivido e literalmente.
Um acalento toma conta de mim.
É um rasgo mas de olhos fechados eu sinto,
e não consigo cegar-me tão e de vez.
Bruscamente voraz, a ternura minha
precisa acolher-te nos braços.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Nada sei, amo!

Amo, e assim nessa permanência minha sigo esse soneto do meu músculo,
vibro e sinto o mesmo frio dentro da minha alma.
Sensação simplória tal qual ilusória, ironia por ser real.
Se fazer real em mim, na delicadeza dos gestos meus.
É leve mágico,só que na espontaneidade imatura se fez o processo árduo lento.
Amadureceu!
Amor maduro,tão ou quão imaturo em pequenos atos.Não existe perfeição.
Nada perfeito!
Peleia árdua,incessante em transformar meu conto de fadas vida real.
Desconexo, perturbador!
Me tira o foco e em desatino arde em mim,avassala e estremece meu ser.
Sucumbe tudo e me tira do ar,me tira a segurança!
E eu á amo docemente, quente, fervendo, carne, alma.
Não quero e nem aceito interrupções, te desejei pra mim.
Te amei em mim, sobre mim.
Eu sei que nada sei ainda, mas á amo!