o desconhecido,
soprou melodicamente
no meu rosto.
Brotei lágrimas
de medo.
Incertezas.
Uma dor cruel
que não senti em mim,
mas dói-me inteiramente
saber ao exato quem a sente.
Abalei-me de uma forma
acanhada.
Tornando-me egoísta,
ofusquei verdades de mim
me fazendo um bem.
Superficial.
Contato com o estranho,
de um vento gelado,
ao acalanto quente.
Dispersei-me entre flores,
flores rosas e vermelhas
de um verde do interior.
Fiz do momento de dor cruel,
uma paz serena desejando-o
somente a doçura.
Correndo da dor,
não pode me alcançar.
Eu a temo, me faço
inerente.
Fraqueza consciente,
de ser forte.
Não tive uma ligação tão profunda a ti meu querido amigo meu avô, mas foste uma pessoa que entrou e fez parte da minha vida, e foi o suficiente p/mim não crer na tua morte, por mais indiferente que eu esteja sendo saibas que em algum momento farás falta a mim.
ResponderExcluirHoje me dói ver nos olhos de quem amo a tristeza pela tua partida, que não foi natural mas aconteceu. O que desejo a tia é a paz divina a luz mais cristalina, a doçura eterna.