Estar só novamente,
e passar o dedo no pó,
na poeira que deixou seu rastro,
o rastro de um amor.
Desamado, desalmado.
Em fotos enfatizadas,
momentos que se torceram,
e me contorceram até a ultima lagrima.
Como amor.?
Quando amor.?
Quem amor.?
Aonde amor.?
Aonde amou-se.?
Quem amou.?
Tantas perguntas com pontos finais
antes da interrogação.
Sem resposta, ou com respostas que me cegaram
esvaecida, cega.
Desespero, de me inventar um conto,
e não saber as beiras e cercas.
Me perdi, perdi-me, sem saídas,
o pó que aqui resta essa poeira em baixo do tapete,
eu não consegui limpar de vez.
Escondi um restinho pra não varrer de vez,
não quero varrer essa memória que assombra,
e me ronda, mas que em lapsos me fez feliz.
Me arrastou por essa estrada de chão batido,
nesse encanto, desencantado.
Mas essa coisa de sentir-me assim seca,
que me nutri.
Aonde não palpável,
não toco, nem ouço.
Apenas sinto se esmagar por entre os dentes meus,
essa vontade subtendida de trazer algo, e alguém.
Que se um dia á tive, teve-me.
E hoje quem me tem sou eu.
Em baixo desse tapete, ficaram
as memórias em pó.
e passar o dedo no pó,
na poeira que deixou seu rastro,
o rastro de um amor.
Desamado, desalmado.
Em fotos enfatizadas,
momentos que se torceram,
e me contorceram até a ultima lagrima.
Como amor.?
Quando amor.?
Quem amor.?
Aonde amor.?
Aonde amou-se.?
Quem amou.?
Tantas perguntas com pontos finais
antes da interrogação.
Sem resposta, ou com respostas que me cegaram
esvaecida, cega.
Desespero, de me inventar um conto,
e não saber as beiras e cercas.
Me perdi, perdi-me, sem saídas,
o pó que aqui resta essa poeira em baixo do tapete,
eu não consegui limpar de vez.
Escondi um restinho pra não varrer de vez,
não quero varrer essa memória que assombra,
e me ronda, mas que em lapsos me fez feliz.
Me arrastou por essa estrada de chão batido,
nesse encanto, desencantado.
Mas essa coisa de sentir-me assim seca,
que me nutri.
Aonde não palpável,
não toco, nem ouço.
Apenas sinto se esmagar por entre os dentes meus,
essa vontade subtendida de trazer algo, e alguém.
Que se um dia á tive, teve-me.
E hoje quem me tem sou eu.
Em baixo desse tapete, ficaram
as memórias em pó.
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