Pensei em nunca mais escrever cartas de amor,
e prometi cada segundo não o fazer mais.
Mas quando sinto o cheiro do frescor
do teu perfume, meu mundo
se prontifica a te poetizar.
É impertinente, e importuno,
porque não te tenho,
não me supro.
E quando mais penso em não escrever,
surgem mil linhas a serem
escritas.
E parece que toda aquela dor
que me esmaga se vai.
E fica a força de um querer
muito além.
Maior, o amor meu é maior
que todas as forças sublimes.
É bárbaro poder pensar em não escrever,
e o fazer assim mesmo.
Me liga no automático, e meu automático
fala teu nome, pensa teu nome, vive teu nome.
Minha obra, meu hobby se resume a
datilografar, e tenho passado esse tempo
da minha vida fazendo minha obra em você.
De você.
Pensei em nunca mais escrever,
mas se penso me vem teu nome,
e ele me inspira.
Flutua-me!
e prometi cada segundo não o fazer mais.
Mas quando sinto o cheiro do frescor
do teu perfume, meu mundo
se prontifica a te poetizar.
É impertinente, e importuno,
porque não te tenho,
não me supro.
E quando mais penso em não escrever,
surgem mil linhas a serem
escritas.
E parece que toda aquela dor
que me esmaga se vai.
E fica a força de um querer
muito além.
Maior, o amor meu é maior
que todas as forças sublimes.
É bárbaro poder pensar em não escrever,
e o fazer assim mesmo.
Me liga no automático, e meu automático
fala teu nome, pensa teu nome, vive teu nome.
Minha obra, meu hobby se resume a
datilografar, e tenho passado esse tempo
da minha vida fazendo minha obra em você.
De você.
Pensei em nunca mais escrever,
mas se penso me vem teu nome,
e ele me inspira.
Flutua-me!
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