E quem por dentro e em alma,
consegue manter os pés firmes,
quando se quer voar e avoar todos
e todos os sentires.
E por os olhos rente aos teus que já
nem se enxergam mais.
E sim se enxergam em memória,
pelas digitais e objetos.
Querendo o banal, onipotente,
mas que tu amarraste.
E banalizaste de tantas
e todas as formas.
Que unificando á ti,
tudo aquilo e nada disso.
E sobrou apenas o meu velho
vicio.
E me deixou sem rimas,
sem poemas, me condena.
E meu disco se arranha,
e fico me sentindo descartável.
E mesmo querendo voar,
não vale mais a pena.
E nem pena.
E deixo secar ao sol
a minha ferida.
Por te sentir não valer mais a pena!
consegue manter os pés firmes,
quando se quer voar e avoar todos
e todos os sentires.
E por os olhos rente aos teus que já
nem se enxergam mais.
E sim se enxergam em memória,
pelas digitais e objetos.
Querendo o banal, onipotente,
mas que tu amarraste.
E banalizaste de tantas
e todas as formas.
Que unificando á ti,
tudo aquilo e nada disso.
E sobrou apenas o meu velho
vicio.
E me deixou sem rimas,
sem poemas, me condena.
E meu disco se arranha,
e fico me sentindo descartável.
E mesmo querendo voar,
não vale mais a pena.
E nem pena.
E deixo secar ao sol
a minha ferida.
Por te sentir não valer mais a pena!
Nenhum comentário:
Postar um comentário