quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

O amor não passa.

Se profetiza a magia, de um ano para o outro,
novos ares, o primeiro vento que soprara em minha face.
A angústia que tocava meu coração pela primeira vez,
as forças renovadas, a coragem que acumulava novamente
meu coração.
Todas as forças tudo era novo, o sabor era de recomeço,
de vitória.
Mas o coração ainda amava o mesmo amor,
o mesmo amor, e que o valia era sentir
as lagrimas rolarem.
Era mistura do querer e do deixar rolar.
Fanatismo, que me fazia refém.
Queria ainda esse amor,
mas o desespero de não ter,
fazia me acalmar na turbulência.
Era nova, ares novos, e um
mesmo amor.
O amor não passa, quem passa sou eu,
passo por cima de mim.
Enfrento ainda esse amor.
E tudo se renova e ele
continua a me vencer.

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