Vastidão, nesse mar sem fim,
que meu corpo era percorrido.
E já nem havia possibilidades,
era cara a cara.
Frente a frente comigo mesma,
tentando encontrar uma válvula de escape.
E por quantas vezes permaneceria assim,
á fugir, e fugir.
Paradigmas perpendiculares.
E nessa loucura incrédula,
dessa tal insensatez que me predominava.
Um monstro será!?
Eu havia vestido minhas roupas,
velhas de guerra.
Posto no corpo a armadura mais
forte que encontrei.
E me enchi de meias verdades,
e mentiras verdadeiras.
Engolindo á seco todas
as farpas soltas.
E não conseguia por fim
nessa sensação de impotência.
Era aquela velha sementinha da
discórdia que se tornara incapaz
de não crescer.
Essa vastidão, eu precisara
podar á ti.
Sementinha, cretina.
Me libere e solte-me,
desse momento interno.
Necessito largar
as velhas roupas.
E despir todas as minhas
armaduras.
De vez.
Quero viver por mim,
sem o teu pesar.
Sem o meu temer.
E nessa jornada eu
reconheço, e te convido
para sentar junto á mim.
Não fujas outras vezes,
sente-se e tome uma
bebida quente e forte.
Quão forte o desejo que me queima
e arde.
Fique e sente-se,
e entenda, seja capaz.
Não há nada de errado,
em permitir-se.
Entenda-se, e deixe-se
viver.
que meu corpo era percorrido.
E já nem havia possibilidades,
era cara a cara.
Frente a frente comigo mesma,
tentando encontrar uma válvula de escape.
E por quantas vezes permaneceria assim,
á fugir, e fugir.
Paradigmas perpendiculares.
E nessa loucura incrédula,
dessa tal insensatez que me predominava.
Um monstro será!?
Eu havia vestido minhas roupas,
velhas de guerra.
Posto no corpo a armadura mais
forte que encontrei.
E me enchi de meias verdades,
e mentiras verdadeiras.
Engolindo á seco todas
as farpas soltas.
E não conseguia por fim
nessa sensação de impotência.
Era aquela velha sementinha da
discórdia que se tornara incapaz
de não crescer.
Essa vastidão, eu precisara
podar á ti.
Sementinha, cretina.
Me libere e solte-me,
desse momento interno.
Necessito largar
as velhas roupas.
E despir todas as minhas
armaduras.
De vez.
Quero viver por mim,
sem o teu pesar.
Sem o meu temer.
E nessa jornada eu
reconheço, e te convido
para sentar junto á mim.
Não fujas outras vezes,
sente-se e tome uma
bebida quente e forte.
Quão forte o desejo que me queima
e arde.
Fique e sente-se,
e entenda, seja capaz.
Não há nada de errado,
em permitir-se.
Entenda-se, e deixe-se
viver.
É perdoar-se ou perder-se.
ResponderExcluirGK