Pode parecer bucólico,
mas preciso recuperar minha fé inabalável.
Preciso me conectar com Deus,
e sentir a leveza dos caminhos.
Me encontrar na estrada,
me achar pelos meus caminhos.
Deixar escorrer as lagrimas,
curtir toda minha dor.
Essa carne que sangra,
tenho que cuida-la.
Deixar o mar vir até mim
e lavar a minha alma
com as brumas.
Lavar meu corpo com as brumas.
Deixar essa luz que o sol irradia
me guiar.
Nesse ato tal qual piegas,
que soa como um desespero.
Preciso deveras desesperar-me,
e errar, e encontrar-me.
Achar por dentre meu ser
a minha fé.
O meu amor próprio,
a luz da estrelas e a da lua
vão confortando toda minha dor.
Tenho como uma necessidade
cantar e dançar com essa dor.
Me respeitar uma vez,
pelo menos uma vez ao mês
se difícil for, quem sabe assim me acostume.
A ter-me, rezar, sentir e chorar.
Voltar a ter fé.
mas preciso recuperar minha fé inabalável.
Preciso me conectar com Deus,
e sentir a leveza dos caminhos.
Me encontrar na estrada,
me achar pelos meus caminhos.
Deixar escorrer as lagrimas,
curtir toda minha dor.
Essa carne que sangra,
tenho que cuida-la.
Deixar o mar vir até mim
e lavar a minha alma
com as brumas.
Lavar meu corpo com as brumas.
Deixar essa luz que o sol irradia
me guiar.
Nesse ato tal qual piegas,
que soa como um desespero.
Preciso deveras desesperar-me,
e errar, e encontrar-me.
Achar por dentre meu ser
a minha fé.
O meu amor próprio,
a luz da estrelas e a da lua
vão confortando toda minha dor.
Tenho como uma necessidade
cantar e dançar com essa dor.
Me respeitar uma vez,
pelo menos uma vez ao mês
se difícil for, quem sabe assim me acostume.
A ter-me, rezar, sentir e chorar.
Voltar a ter fé.
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