Vou captando cada sensação,
e gravando cada virgula,
nesse flerte.
Vou sugando cada gota
e dessabor de um sabor que
já se fez doce.
Se o que me resta são versos meus,
eu sigo os dias a datilografar,
rabiscar meu papel,
e por fim, sem fim.
Já que não te acho
e não há fim.
Venho através de
um súbito eternizar
essa nossa profecia.
Que nem uma literatura
consegue se por assimétrica.
Vou captando por versos
e em memória,
o enlace do nosso romace.
e gravando cada virgula,
nesse flerte.
Vou sugando cada gota
e dessabor de um sabor que
já se fez doce.
Se o que me resta são versos meus,
eu sigo os dias a datilografar,
rabiscar meu papel,
e por fim, sem fim.
Já que não te acho
e não há fim.
Venho através de
um súbito eternizar
essa nossa profecia.
Que nem uma literatura
consegue se por assimétrica.
Vou captando por versos
e em memória,
o enlace do nosso romace.
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