Entre meus cacos estilhaçantes,
sobrei apenas,sou um resto que
simplesmente sobrou de mim.
Trancada ao meu profundo
perdida dentro do que me enche,
talvez quem sabe ironia minha,
vazio que me preenche.
Sem querer ofuscar teu brilho,
me tranquei e guardei tudo de mais
belo,simplório meu, dentro de ti.
Meu refugio seguro,
meu acalento secreto.
É a carne que sangra,é no teu dentro,
em meio ao bombear de sangue da tua vida,
ao pulsar do teu músculo mais importante.
Valor, sentir,temer,sufocar-me.
Quem sabe nem seja eu mais o que restou de mim,
a cabeça pesa, meu versar tem tantas lágrimas
que doem em apenas memorizar um poetizar
em versos.
Avessamente,permitindo apenas sentir,
leveza, fazendo-me nessa ironia que se tornou
meu viver,acreditar na leveza da minha paz.
Aos meus poetas que me acolhem,
um subterfúgio tão particular meu.
Não sei se ainda terei uma mão pra segurar,
e apenas dizer que no silencio da minha dor,
o teu respirar resolve tudo.
Quem sabe minha poesia vire,
um conto.
Que tudo vire uma letra, um verso,
mesmo se não tiver o teu respirar,
terei a única verdade que habita em mim.
Amor.
Mesmo que apenas reste meus cacos,
quando eu resolver proferir minha poesia,
farei a força maior do mundo,doce,leve..
Em amor!
sobrei apenas,sou um resto que
simplesmente sobrou de mim.
Trancada ao meu profundo
perdida dentro do que me enche,
talvez quem sabe ironia minha,
vazio que me preenche.
Sem querer ofuscar teu brilho,
me tranquei e guardei tudo de mais
belo,simplório meu, dentro de ti.
Meu refugio seguro,
meu acalento secreto.
É a carne que sangra,é no teu dentro,
em meio ao bombear de sangue da tua vida,
ao pulsar do teu músculo mais importante.
Valor, sentir,temer,sufocar-me.
Quem sabe nem seja eu mais o que restou de mim,
a cabeça pesa, meu versar tem tantas lágrimas
que doem em apenas memorizar um poetizar
em versos.
Avessamente,permitindo apenas sentir,
leveza, fazendo-me nessa ironia que se tornou
meu viver,acreditar na leveza da minha paz.
Aos meus poetas que me acolhem,
um subterfúgio tão particular meu.
Não sei se ainda terei uma mão pra segurar,
e apenas dizer que no silencio da minha dor,
o teu respirar resolve tudo.
Quem sabe minha poesia vire,
um conto.
Que tudo vire uma letra, um verso,
mesmo se não tiver o teu respirar,
terei a única verdade que habita em mim.
Amor.
Mesmo que apenas reste meus cacos,
quando eu resolver proferir minha poesia,
farei a força maior do mundo,doce,leve..
Em amor!
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