Aonde me sucumbe, entre caminhos,
verdes, amarelos, vermelhos.
Fora de ordem, em desalinho,
entradas,partidas,chegadas,saídas,
paradas.
No universo tão sereno,
e simples,tão modal singelo.
Cores fora de órbita, em avanço,
segundos.
Vida minha, vida tua,nossas vidas
em meio as cores dos sinais.
Sinais que nos mostram a hora certa,
do caminho tão nosso.
Os sentires tão modestos, sinalizados
em cores, vibrações, olhares no nosso toque.
Aonde em sinais viajo
em um mundo de poesia todo solto
e ao mesmo tempo presos em ti.
Nos vértices dos sinais do corpo tão teu,
tão meu.
Sinais de multicores, em multicolorido
ao multicolorir.
Vidas.
Aconteceste em sinais,
nos teus tantos gestos ditos
nos detalhes.
Vejo o mundo paralelo, rente a mim,
em contato com os sinais do meu corpo.
Poesia que sinaliza aos ouvidos meus
em silencio.
E nos tantos sinais de vida, junto
versos e no teu multicolorido, em tantos
sinais.
Eternizo-te nas poesias tão nossas.
verdes, amarelos, vermelhos.
Fora de ordem, em desalinho,
entradas,partidas,chegadas,saídas,
paradas.
No universo tão sereno,
e simples,tão modal singelo.
Cores fora de órbita, em avanço,
segundos.
Vida minha, vida tua,nossas vidas
em meio as cores dos sinais.
Sinais que nos mostram a hora certa,
do caminho tão nosso.
Os sentires tão modestos, sinalizados
em cores, vibrações, olhares no nosso toque.
Aonde em sinais viajo
em um mundo de poesia todo solto
e ao mesmo tempo presos em ti.
Nos vértices dos sinais do corpo tão teu,
tão meu.
Sinais de multicores, em multicolorido
ao multicolorir.
Vidas.
Aconteceste em sinais,
nos teus tantos gestos ditos
nos detalhes.
Vejo o mundo paralelo, rente a mim,
em contato com os sinais do meu corpo.
Poesia que sinaliza aos ouvidos meus
em silencio.
E nos tantos sinais de vida, junto
versos e no teu multicolorido, em tantos
sinais.
Eternizo-te nas poesias tão nossas.
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