terça-feira, 24 de maio de 2011

Amargo ao Doce!

Vamos começar assim,
com certeza quando isso
em mim se prontifica.
O ardor, o que queima em mim
é o senso de não ter senso,
e assim mesmo eu tiro
de letra.
Há vamos lá,
leia e faça-te entender.
Meio difícil, ao secreto
e oculto pensamento.
Pois bem, graças ele é só meu
e morro, morro por dentro.
E assim faço valer o morrer
de rir.
Calar-me em tempos assim
o escambal, quero o rumor
as balbúrdias estapafúrdias
conquistas amargas.
Que convenhamos,
que sabor fenomenal.
Fabuloso.
Ao clã de majestade,
vem, te aproximes.
Só não te queime,
e nem se choque comigo.
Aviso importante,
perigo cruel.
Ah que venha,
o sorriso esta aqui estampado,
a arte primordial,
que se vale nessa essência
dramática.
Da vitória triunfante,
ao deboxe culto.
Mas que absurdo tchê!
Confesso que até me excita,
o meu grande prazer, sendo
deliciosamente assim.
As epifanias desse ato bucólico.
Ironia memorável.
Os sorrisos e gestos,
ao delicioso poder de matar
cada parte existencial em minha
mente.
Tenho o dom, o poder,
de em atitudes sobressair-me.
E em um sorriso cordial e amigável
te odeio com classe e soberania.
Me anojando aos poucos
por cada miserável partícula
do teu ser tão podre.





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