terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mãe a minha mãe!

Senti falta de
um calor maternal,
aquela mulher
que avistei e
chamei de mãe.
Foi ela a guerreira
heroína.
A fada, meu anjo
um porto seguro meu.
A amiga unica insubstituível,
que reconquisto novamente.
Sem regras, e cerimônias
minha só minha mãe.
Fibra e postura
doce, mulher de carne
sangue.
Cheia da luz
que a faz divina.
Socorreu-me em momentos
que só ela poderia o faze-lo.
Sempre esteve ao lado-meu,
senti falta de um afago,
um chingão.
Cresci e me vi
longe das asas dela
mulher perfeita mãe.
A valorizo e a ponho
no pedestal, exemplo
de conquistas.
Quero somente agora
o teu colo de mãe.



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