Esse frio no estômago, cálido, gélido .
Tantas ruas, ventos e ventos,
estamos de volta aqui.
Estamos de volta dentro e revirando
cada canto.
Eu ainda estou aqui presa em mim,
me perdi mais uma vez.
Agora me achando pelas beiras,
voltando pelas águas.
Até quando?
Até que ponto?
Como?
Aonde?
Quem?
Perguntas que não se findam,
e esse frio no estômago,
que por oras me empolga
por outras me assusta.
Me atropelei pelo caminho
mas dessa vez sem tantas feridas.
Estou viva, viva!
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