sábado, 16 de janeiro de 2016

Fé aos meus !

Não houve apenas um toque, foram vários sons,
era um tambor que batia dentro de mim.
Era a leveza das águas, e a imensidão de todos
os mares dentro de mim.
Um sopro de vento, em um manto
carregado com o axé do ouro.
Proteção de leveza, com
os escudo e a bravura de um guerreiro.
Com os pés descalços, e uma chave
que abririam e fechariam as portas,
na hora certa.
Era um ritmo, um ritmo de fé.
Quem me guiava, era o doce perfume,
quem me acolhia era a humildade
que cheirava sabedoria e o frescor das ervas.
Os caminhos apontados pela feminilidade,
que havia na estrada.
Eram anjos, deuses, uma falange de amor.
Era a fé sem fim.


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