Enlouquecer assim, estou em desatino,
cada verdade lúdica, com tantas
mentiras veridicas.
É um palpitar reprimido.
E eu estou enlouquecendo,no palpitar,
no simples respirar,quase inútil.
O tempo é massante,e se faz de um
instante o tormento existencial.
Babaquice esse dom supremo,
desta tal artilharia feminina.
Corroe aos poucos, me dando
o medo veemente.
O latejar de cada pedaço meu,
as veias se arrocham, do penhasco
mais alto de onde elevei minha emoção.
Só não consigo não ter-te,e com tal indiferença
de coisas talvez estapafurdias do desatino
pensar meu.
Quem sabe enlouqueci!?
Louca.
Nada passa de epifanias minhas,
e tudo esta bem.
Não sei, não sei!.
Dentro do meu peito a um tambor,
nele é bombeado a minha existencia.
Ora bolas, nele é aonde existe o meu eu
a verdade mais absurda.
Estou a enlouquecer,
feliz,feliz ao ato compulsivo.
Amei,ao amar,ao amo dilaceradamente.
cada verdade lúdica, com tantas
mentiras veridicas.
É um palpitar reprimido.
E eu estou enlouquecendo,no palpitar,
no simples respirar,quase inútil.
O tempo é massante,e se faz de um
instante o tormento existencial.
Babaquice esse dom supremo,
desta tal artilharia feminina.
Corroe aos poucos, me dando
o medo veemente.
O latejar de cada pedaço meu,
as veias se arrocham, do penhasco
mais alto de onde elevei minha emoção.
Só não consigo não ter-te,e com tal indiferença
de coisas talvez estapafurdias do desatino
pensar meu.
Quem sabe enlouqueci!?
Louca.
Nada passa de epifanias minhas,
e tudo esta bem.
Não sei, não sei!.
Dentro do meu peito a um tambor,
nele é bombeado a minha existencia.
Ora bolas, nele é aonde existe o meu eu
a verdade mais absurda.
Estou a enlouquecer,
feliz,feliz ao ato compulsivo.
Amei,ao amar,ao amo dilaceradamente.
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