quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Desenfrear, recomeçar sempre!

Na verdade, recomeçar, um segundo nome,
dado a mim por mim mesma.
Nunca fácil sempre no mais difícil,
culpando-me talvez por não saber
e nem ter o dom das artimanhas da vida.
Cruel, verdade escancarada,de uma vida frustrante
que eu fui capaz de proporcionar.
Hoje aqui já não sei, não sei,
meu sentir aumenta a cada dia mais e mais.
Só que não foi o suficiente,quem sabe eu poeta
dependente uma coisa que nem eu mesma sem
nomear.
Fui teu jogo triste,sem vitória no final,
um recomeço no meio de tantos.
No meu medo mais profundo tremulamente,
ao medo mortal de ter que perder-te.
Ao conjugar o meu amor por ti,
sou errante da vida,poeta no meu amor.
Aspirante nesse jogo que não fui capaz
de te suprir.
Não bastei e nem me fiz única,
mas tentei não desisti.
Momentos que cortaram-me em mil pedaços,
no mais frágil coração que aqui arrebenta meu peito.
Te amo, mesmo quando notei que o amor,
é um sentir belo
porém traiçoeiro,doloroso.
Não sei, se te faço ou farei feliz,
mas mesmo assim sigo amando-a.
Me perdi, me encontrei em ti,
não carregue-me.
Acompanhe-me nesse jogo que atrevemos-nos
a jogar,quero-te ao lado meu.
Não sei se serei capaz de te realizar,
só não subestime a minha capacidade
de te amar.
Nada é fácil,mas desculpas nessa vida já
não se usam mais.
Palavra corriqueira esdrúxula no vocabulário
da vida.
Mas cresci e evolui cada segundo meu,
poeta,mulher,companheira.
Pessoa!

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