Virando-me assim, torta, reta,
quem sabe inerente,
sensação dejavu.
Ardentemente, sofridamente
os minutos vão sendo lançados.
E quem já fui ou sou, são só
palavras soltas em um vento frio
no breu mais escuro de uma noite tão
gelada.
No extremo meu, na inconstância
dessa vida.
O maior jogo que me atrevi a jogar,
os dias já não se somem ao cair da noite,
quando o sol dorme lá fora.
Ele perdura, as duvidas e as lagrimas
persistem em cair.
Já não sei ser tão poeta, ou talvez só saiba
mesmo escrever eu e minha vidinha.
As poesias que me encantam e me fazem
viver ficam tão mudas dentro do meu peito.
Agora tenho um relato gelado, de uma verdade
crua, e com gotas de medo.
Virei uma contadora, uma escritora de contos
talvez, desse meu leque tão imenso de viver
ao extremo intensamente em letras e versos.
Ao paraíso perdido , retornei, tiraram-me a paz
roubaram a luz e os caminhos fáceis.
Ainda me encontro em sorrisos
acolhedores, amados e brilhantes.
Eu tão poeta, virei essa relatora de mim
mesma, sem graça sem tanta virtude.
Tentei vasculhar no meu baú de lembranças
as poesias tão ternas e doces.
Elas vivem, querem se fazer outra vez presente
na minha arte de viver,sentir.
Tornando-me outra vez uma poeta,
que conta a vida em poesias
quentes e vibrantes.
quem sabe inerente,
sensação dejavu.
Ardentemente, sofridamente
os minutos vão sendo lançados.
E quem já fui ou sou, são só
palavras soltas em um vento frio
no breu mais escuro de uma noite tão
gelada.
No extremo meu, na inconstância
dessa vida.
O maior jogo que me atrevi a jogar,
os dias já não se somem ao cair da noite,
quando o sol dorme lá fora.
Ele perdura, as duvidas e as lagrimas
persistem em cair.
Já não sei ser tão poeta, ou talvez só saiba
mesmo escrever eu e minha vidinha.
As poesias que me encantam e me fazem
viver ficam tão mudas dentro do meu peito.
Agora tenho um relato gelado, de uma verdade
crua, e com gotas de medo.
Virei uma contadora, uma escritora de contos
talvez, desse meu leque tão imenso de viver
ao extremo intensamente em letras e versos.
Ao paraíso perdido , retornei, tiraram-me a paz
roubaram a luz e os caminhos fáceis.
Ainda me encontro em sorrisos
acolhedores, amados e brilhantes.
Eu tão poeta, virei essa relatora de mim
mesma, sem graça sem tanta virtude.
Tentei vasculhar no meu baú de lembranças
as poesias tão ternas e doces.
Elas vivem, querem se fazer outra vez presente
na minha arte de viver,sentir.
Tornando-me outra vez uma poeta,
que conta a vida em poesias
quentes e vibrantes.
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