sexta-feira, 1 de abril de 2011

Mais que palavras

Pedi licença e fui tentar viver,
me desfocar, me perder
entre caminhos.
Sem ter pretensão de
me achar.
Viveria de solidão,
eu havia feito esse plano
comigo.
Vivendo de um vazio
e nada mais.
Teimosia minha
ou destino meu.
Surpreendida cá estou,
a escrever compulsivamente.
Vivo cheia de tudo que
existe de belo.
Em amor, a paixão ascendeu
me esquentou.
O amor me acolheu
cuidou-me com delicadeza.
E agora eu só queria poder
não pensar em ti um pouco,
andas roubando meu pensamento.
Já tens meu coração
o meu ser.
Queria tocar um violão,
mas nem isso sou capaz
nem sei o fazer.
Uma música mesmo que sem ritmo ,
pra tentar suprir a falta que tu me faz.
Em noites como essa,
ou em todas as noites que
não tenho teu toque.
Teu corpo quente
ao lado do meu.
Acho que amor
deixa a gente assim
meio ou totalmente
louca.
Hoje eu pedi licença
a todos, e no meu cantinho
fui suprir a falta que
me fazes.
Segundos longe do corpo
teu, é a eternidade pra mim,
que a amo desesperadamente.
Enfim no desespero
de não te-la agora junto
a mim, queria dizer
de leve devagar no teu
ouvido,
Eu te amo!



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