quarta-feira, 27 de abril de 2011

Datilografar a mim!

Estou datilografando eu mesma,
um sentir meu.
Dedilhando meus versos
soltos aos ventos de um coração.
Enchendo de verbos e sentidos
a vida minha.
Um furacão que entra em contato
com todos os meus sentimentos,
o eclipse da alma.
A junção das nossas áureas,
de cores de luz.
A mística poeta que sou
misticismo a desvendar.
Segredos tão meus
ditos apenas em um olhar,
olhos de poeta tão complexos
e simples de ler.

  

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